Demais o retinir da Musa em loucura
vexou o ar de nossa terra em definhamento—
Voltados ao passado de ouro, deixamos Bagdá,
e tomamos a Estrada de Ouro para Samarcanda!
Frênicos com rumores de noite eterna,
e sabedoria sepultada que ninguém pode compreender,
deixamos para trás os reinos de breu e pavor,
e tomamos a estrada de ouro para Samarcanda!
A Realidade, o Rei dos Deuses Idiotas,
manuseia seus fantoches com mão trêmula:
Vinde, deixai-o enquanto tateia seus torrões lamurientos,
e tomai a Estrada de Ouro para Samarcanda!