Com a sincera simpatia de um co-mártir
de
H. LOVECRAFT, CRÍTICO
Vejam cair, um a um, os críticos sem sorte,
Na escravidão ignóbil do bardo fanfarrão.
Primeiro Theobald escorrega, escravo tonto e forte;
Depois Morton sepulta em paz sua ilusão.
E agora, de alturas ainda maiores, despenca o tombo
LOVEMAN, um deus aprendiz de palhaço no lodo!