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Por que escritor AMADOR não sabe usar metáforas?

Por que escritor amador não sabe usar metáforas?

Alguma vez você já leu na vida um conto feito por um escritor amador, por um escritor iniciante? Talvez algum amigo que pediu para você ler para ver se estava bom. Bom, deixa eu te perguntar. Tinha um monte de metáfora nesse texto? Pois é. Será que você mesmo não enfia um monte de metáforas nos textos que você escreve sem pensar no porquê disso? Ou seja, em qual é a função da metáfora? Antes que você me entenda mal, deixa eu dizer já. Metáfora não é uma coisa de amador, mas encher o texto de metáfora, ou pior ainda, metáforas que não reforçam a narrativa, aí não tem como, é coisa de amador para caramba. E sabe por quê? Porque o escritor amador não entende para que servem as metáforas. É por isso que ele enche o texto disso. Deixa eu fazer uma comparação aqui para você entender. A gente fez vários vídeos aqui já sobre escritores amadores e como eles simplesmente copiam coisas que eles gostaram de outros autores, porém sem compreender porque foi que eles gostaram daquilo lá no livro. Tu é analfabeto?

E a mesma coisa acontece com as metáforas. Escritores amadores adoram usar metáforas nas suas histórias porque eles acham que isso serve simplesmente para embelezar o texto. Eles acham que com isso eles estão escrevendo bem, mas só eles acham isso, porque nem o leitor sem experiência vai achar isso. Então, o maior problema dos amadores, e talvez vocês sejam deles, é achar que a função da metáfora é ornamentar o texto. Isso é bem fácil de detectar. Quando um escritor amador coloca uma metáfora no texto, a gente percebe que ele tá só colocando um lacinho no texto e mais nada. Se você acha que você não faz parte desse grupo, então raciocina aí. Por que você coloca metáforas no seu texto?

Porque olha só, isso que eu acabei de explicar é uma das formas como eu, que sou revisor e editor, sei sem dúvida nenhuma de que se trata de um texto de amador e se a sua escrita tá desse jeito ou se agora você ficou com dúvidas sobre o que é, para que serve e como construir metáforas sem parecer um amador. E cá entre nós, todo revisor experiente sabe do que eu tô falando aqui e vai saber pelas suas metáforas se você é um amador, se você inclusive tá usando metáforas do chat GPT sem refletir.

Pero vamos lá. Se você quer ter uma noção melhor da função da metáfora na narrativa, e mais do que isso, como construir uma metáfora de forma inteligente, de forma impactante como um escritor profissional, é só você ficar até o fim desse vídeo. A primeira coisa que eu vou fazer é te mostrar um exemplo meu de metáfora, um exemplo que eu criei exclusivamente para esse vídeo, porque assim você já pode ter uma noção da qualidade do resto do vídeo. Você vai saber se eu entendo do assunto, se eu tenho condições de falar sobre isso aqui ou se é mais um vídeo genérico de alguém tentando te enrolar com um texto feito por IA, por exemplo. Então, essa é a primeira coisa que eu vou fazer. Eu vou aplicar os conceitos que eu vou usar. Eu vou mostrar um exemplo de metáfora antes de mostrar todos os conceitos que já vão estar aplicados nela. Gostou da ideia ou não? Já vale o seu like? Só a tentativa acho que já vale o seu like, não vale não?

E agora eu vou te dar duas opções. Você pode continuar sendo um escritor amadorzão aí que enfia a metáfora aleatória em tudo que é lugar do texto. Ou você pode simplesmente assistir esse vídeo até o final e mudar completamente a sua forma de pensar sobre a metáfora, que é uma das figuras de linguagem mais importantes da literatura. O meu nome é Lucas Rosalém. Nesse canal a gente fala sobre teoria literária aplicada à escrita criativa, que é uma coisa que dificilmente você vai ver em outro canal. E se você quiser ver mais do que uma metáfora, mais do que esse exemplo que eu vou daqui a pouco te mostrar para ter certeza mesmo de que eu sei do que eu tô falando, eu vou deixar aqui na descrição alguns contos que eu escrevi que você não vai precisar pagar para ler. Eles têm cerca de 2.000 palavras, então em 10 minutos você lê e você já vai poder ter uma noção boa sobre o que fazer, se você tem que continuar assistindo o conteúdo desse canal ou se não compensa. Os links vão estar aqui na descrição. Faça um favor para você e leia algum deles, porque isso vai dar para você mais segurança sobre as coisas que eu ensino por aqui.

Mas agora vamos lá, bora pro nosso conteúdo de hoje, que são as metáforas. E a primeira coisa que eu vou fazer aqui, como eu disse, é te mostrar um exemplo meu de metáfora. Pensa aqui comigo. Quando você lê, "Ela sorriu para mim, mas seus olhos eram vazios". O que é que acontece no seu cérebro quando você vê essa frase? Deixa eu adiantar para você, não acontece nada porque você já leu coisas assim mil vezes na sua vida. Quando você vê uma metáfora assim, o seu cérebro reconhece o padrão, já sabe o sentido daquilo automaticamente e então ele nem se esforça mais. Ele só processa aquilo como um clichê e segue em frente sem criar nenhuma imagem para você. É uma metáfora, mas é uma metáfora que virou só uma coisa óbvia demais. Ela não faz você parar para pensar, ela não te faz ver nada novo. Esse aqui é o ponto principal desse vídeo. Daqui a pouco a gente vai entrar nele.

Mas agora deixa eu dar o meu exemplo. Você tá lendo um texto e aí entra essa frase aqui: "Ela sorriu para mim, mas seus olhos eram flores nas janelas de uma casa abandonada." E aí? Essa aqui não é uma metáfora clássica. É difícil eu ficar te falando enquanto você tenta ler a frase aqui. Então pause o vídeo e tente ler ela com calma. Você nunca ouviu essa metáfora porque fui eu que fiz. Eu inventei ela para esse vídeo. Deixa eu te falar uma coisa. Eu não sei como é que isso aqui vai soar para você, mas eu tenho plena segurança. Eu tenho segurança o suficiente para dizer que se você prestou atenção na frase, você não saiu ileso dela. Pode falar aí nos comentários, gerou uma imagem na sua cabeça ou não gerou? E mais do que isso, você teve que fazer um esforcinho para entender, não foi? Não porque a frase não faz sentido, porque ela parece fazer muito sentido e o seu cérebro tá tentando descobrir como se você encontrasse essa frase num contexto adequado, e aqui quando eu falo contexto adequado, é o último ponto que eu vou discutir nesse vídeo. Se você encontrasse essa frase num contexto adequado, você certamente pararia e pensaria. E mais do que isso, você reconheceria nessa frase algo que talvez nunca tivesse parado para pensar, mas que você sabe que você já sentiu. Será que eu tô viajando? Me diz aí.

E agora eu quero te mostrar por que é que a metáfora não existe para enfeitar o texto. A frase principal deste vídeo aqui é a seguinte: a metáfora existe para fazer o leitor enxergar melhor alguma coisa. Se as suas metáforas não cumprem essa função, tire elas do texto, porque elas só estão ocupando espaço e confundindo o seu leitor. Eu vou falar de novo: a metáfora existe para fazer o leitor enxergar melhor alguma coisa.

E como é que eu sei disso? De onde foi que eu tirei isso? É aqui que entra o conceito que eu disse que ia explicar no vídeo, um dos conceitos mais maravilhosos, mais reveladores para mim pelo menos, da teoria literária e que a maioria dos escritores iniciantes, os escritores amadores, nunca ouviu falar. E eu tô falando do conceito dos formalistas russos chamado de estranhamento. Talvez você já tenha ouvido essa palavra se você já está acompanhando aqui o canal, porque nos últimos vídeos eu falei longamente de estranhamento e eu não vou repetir as coisas que eu falei lá. Eu vou dizer outras coisas aqui. E se você quiser conferir esse outro vídeo, que eu considero bastante importante também, ele vai ser o primeiro link aqui embaixo na descrição.

Pero vamos lá. Os formalistas russos, lá no começo do século XX, perceberam uma coisa fundamental sobre como a arte funciona, apesar da atenção maior deles ter sido a literatura. O que eles perceberam foi o seguinte, que a vida cotidiana nos embota, ou seja, ela tira o nosso vigor, ela tira o sabor das coisas, ela diminui a nossa sensibilidade, porque ver repetidamente as mesmas coisas faz com que essas coisas não tenham mais importância. E a gente sabe que é assim mesmo. A gente vive no piloto automático. E eu tô falando desde coisas simples, como, por exemplo, trombar em uma cadeira enquanto você atravessa a cozinha e o seu cérebro nem parar para raciocinar sobre isso. Mas também tô falando de coisas um pouco mais poéticas, de contemplação, de coisas emocionantes, como, por exemplo, olhar pra lua e não sentir mais nada, olhar um pôr do sol e aquilo não significa nada para você. Você tá lá com pressa, indo pro trabalho, ou, por exemplo, encontrar um casal de idosos bem velhinhos sentados no banco da praça juntinhos. Isso não te instiga a pensar em nada.

E é aí que entra a literatura, principalmente com esta distinção entre a literatura e as outras coisas, que para os formalistas russos era o estranhamento. E já deixa eu falar, o estranhamento não tem nada a ver com escrever coisas sem nexo no seu texto, com escrever coisas esquisitas. Não, o estranhamento não é confusão. Muito pelo contrário, presta atenção aqui. A literatura para os formalistas russos tinha uma missão muito específica, que é quebrar esse modo automático nosso do dia a dia. É fazer uma pedra parecer uma pedra de novo. Parece pouca coisa isso, mas é fazer um bebê parecer um bebê de novo. Você entendeu? Como se fosse pela primeira vez, como se fosse a nossa primeira vez. A literatura pode fazer com que as coisas se pareçam de novo com elas mesmas e que não sejam mais apenas parte do cenário, não sejam mais só coisas do seu dia a dia. Ou seja, é fazer o leitor sentir o peso das coisas e não só saber o nome delas.

E poxa, só pensar nisso já é uma coisa legal para caramba, mas tem muito mais, porque a ideia de estranhamento é você pegar uma coisa comum, uma emoção, por exemplo, que todo mundo conhece e mostrar essa coisa pro leitor de um ângulo que ele nunca tinha considerado, um ângulo tal que faz o leitor perder uns segundos ali, porque você mostrou para ele uma coisa de um jeito que ele nunca tinha pensado, de um jeito novo. Isso vai fazer com que o leitor tenha uma espécie de epifania, mesmo que seja só uma microepifania no seu texto, que é basicamente quando o leitor por um segundo pensa assim: "Poxa, eu nunca tinha pensado desse jeito, mas é exatamente assim."

A metáfora que realmente importa é aquela que provoca esse tipo de estranhamento. Ela não vai confirmar o que o leitor já sabe. Ela vai fazer o leitor parar e olhar de novo agora com outro ponto de vista. Se você achou complexo, se você quiser um tempo para pensar, pause o vídeo, tome o seu tempo, reflita.

E com base nessa última afirmação, eu quero explicar agora por que exatamente os clichês metafóricos não funcionam. Olha só, pensa comigo aqui. Por que é que tantos escritores amadores caem nos clichês, caem nas metáforas que ninguém mais se importa? Porque esses clichês, essas metáforas clichê já foram boas demais. Elas foram tão boas que todo mundo usou. Mas porque todo mundo usou, já virou uma expressão, já virou uma informação automática. Elas viraram uma coisa que o leitor reconhece rápido, justamente porque ele não precisa ter uma visão. Ela não provoca no leitor uma visão, aquela coisa que eu chamei de epifania. Por exemplo, coração partido, luz no fim do túnel, silêncio ensurdecedor. Essa aí é de lascar, né? Todo mundo que usa pensa que tá abalando, mas essas imagens já foram poderosas. Um dia elas foram impactantes, mas elas não são mais. Por quê? Porque o leitor processa essas imagens sem parar. Ele não vai mais dar atenção para isso aí. Eu falei isso lá no começo do vídeo. Elas já fazem parte do cotidiano. O cérebro não se esforça para pensar nelas porque ele não precisa. O estranhamento foi destruído pelo excesso de uso.

Mas a saída não é simplesmente parar de usar as metáforas. O que você tem que fazer é criar suas próprias. Você tem que começar a criar metáforas que nasçam da sua observação do mundo, da sua experiência específica, daquilo que você consegue ver com precisão porque você viveu de perto. Ou seja, uma metáfora original, ela não precisa ser complicada, ela só precisa ser verdadeira de um jeito que o leitor ainda não tenha visto. Você tá me entendendo?

Agora, como é que você constrói isso na prática? Será que tem um caminho para isso? É claro que tem. E eu vou te mostrar agora aqui três passos simples que você pode executar para do zero sair com metáforas muito boas.

O primeiro e mais importante passo é você entender o que exatamente você quer comunicar no texto, qual é a verdade que você quer comunicar. E é por isso que não faz nenhum sentido simplesmente despejar metáforas do chat GPT numa narrativa sem que a gente tenha refletido sobre o impacto real que ela vai ter à luz do contexto do que tá sendo narrado, à luz das histórias dos personagens, por exemplo, ou dos temas que você tá desenvolvendo. Então, o primeiro passo é entender exatamente o que é que você quer comunicar como verdade no seu texto. E eu não tô falando aqui daquele sentimento genérico, eu tô falando daquela textura específica para aquele sentimento naquele momento da história.

Deixa eu ser um pouco mais claro aqui. Vamos usar o exemplo da solidão. Você quer descrever a solidão de um personagem com metáforas? Se você já domina aquela técnica que a gente chama de show, don't tell, mostre, não conte ou mostre ao invés de contar, você sabe que ao invés de você dizer que um personagem estava se sentindo só, é muito mais interessante pro leitor se você construir uma cena que mostre a solidão do personagem. Porque se você simplesmente disser que um personagem sentia solidão, eu não sei qual é o nível dessa solidão. Se você mostrar para mim, isso vai ter um impacto mais forte. Isso significa que solidão por si só não significa nada. Você precisa de um contexto para essa solidão fazer sentido pro leitor e pra história.

Então vamos lá. Você quer descrever a solidão? Mas que solidão? A solidão nunca vem sozinha. Pode ser a solidão de quem tá num quarto cheio de gente e percebe que ninguém tá falando com ele. Pode ser a solidão de quem manda uma mensagem e fica olhando pro celular por 40 minutos. Enfim, pode ser um monte de coisa. Qual é a solidão que você quer expressar com essa metáfora? O que você precisa é encontrar a especificidade do que você quer descrever, porque é isso, essa especificidade que vai ser a sua matéria-prima, a matéria-prima de onde você vai extrair a metáfora. E aqui a gente tá no primeiro passo só, mas você viu que faz todo o sentido o que eu tô falando e não é difícil de fazer.

Agora o segundo passo é buscar a imagem que você vai usar de metáfora no mundo físico, no mundo concreto, sensorial. E por que isso? Porque as metáforas que funcionam quase sempre vêm de algo que a gente pode ver, tocar, cheirar, ouvir. Você precisa fazer com que o abstrato se ancore em alguma coisa concreta. Deixa eu dar alguns exemplos para você de expressões totalmente batidas. Às vezes a pessoa fala: "Eu tô no fundo do poço". Ou então ela fala que o clima pesou, que teve uma conversa fria com alguém. Veja, você precisa dessa relação porque é assim que você vai comunicar com impacto sobre uma coisa que não tem forma, como por exemplo um sentimento. Essas metáforas que eu acabei de citar, elas só funcionam porque elas apresentam uma coisa concreta que a pessoa que ouve consegue assimilar, consegue associar com uma coisa que ela conhece e faz todo sentido para ela. E aí ela mesma começa a usar aquela expressão. Então, quando você quiser criar uma metáfora para uma emoção difícil de descrever, a pergunta certa não é "com que é que isso aqui se parece?". A pergunta certa é: "como isso aqui é sentido? Qual sensação consegue captar esse efeito? Qual gesto, qual textura? Qual som? Qual imagem do mundo físico carrega esse mesmo peso?". Esse é o segundo passo.

E o terceiro passo é você testar se a metáfora te ajuda a trabalhar a narrativa. Com a metáfora, ainda que ela faça sentido isoladamente, se ela entrar na sua obra sem cumprir uma função narrativa, ela também está lá só de enfeite. Eu tô te explicando aqui como fazer boas metáforas, mas o nosso foco é a literatura, certo? São os textos ficcionais. Ou seja, mesmo uma metáfora forte, uma metáfora interessante, ela precisa de contexto na sua história. O que exatamente eu quero dizer com isso? Eu quero dizer que as metáforas no seu texto precisam estar lá para revelar alguma coisa sobre o personagem, sobre o tema, sobre o estado emocional da cena, porque aí sim você vai ter uma metáfora que trabalha junto com a história. O teste que você pode fazer é o seguinte: se você retirar uma metáfora e a narrativa não perder nada com isso, essa metáfora não deveria estar ali.

No fim das contas, a metáfora faz uma coisa que parece simples, mas é muito rara. Ela dá ao leitor a sensação de que ele está vendo algo pela primeira vez. Essa é a sensação que você deve buscar, a sensação de que o leitor tá vendo aquilo pela primeira vez e ao mesmo tempo ele consegue reconhecer algo que sempre soube, mas ele nunca conseguiu dizer ou nunca parou para pensar. A metáfora deve acontecer no seu texto para criar esse tipo de coisa, esses momentos de insight, de epifania pro leitor, enquanto te ajuda a desenvolver alguma coisa da sua história.

E agora, para finalizar, tem um exercício muito simples que você pode fazer, que é o seguinte: selecione aí alguma emoção que você queira muito retratar numa cena da sua história. E aí você vai escrever 10 imagens com coisas físicas do mundo real que pareçam para você carregar de alguma forma aquele mesmo peso. Não precisa ser uma comparação direta, só precisa ter, digamos assim, a mesma temperatura emocional. E dessas 10, provavelmente, pelo menos uma vai te deixar satisfeito. É claro que com o tempo, com a prática, você vai conseguir encontrar o seu próprio caminho para fazer isso aqui, para fazer isso de um jeito mais prático, de um jeito que faça mais sentido pro seu gosto e pro gênero literário que você tá escrevendo. E aí você só vai precisar de um contexto para aplicar, porque quanto maior é a carga simbólica do contexto onde a metáfora aparece, maior é o impacto dela sobre o leitor.

E é por isso que nos dois próximos vídeos eu vou falar sobre como saber qual é a linguagem adequada, quais são as imagens adequadas pros seus contos e sobre o uso da metáfora como um reforço do universo semântico da sua história, que eu considero que sejam os dois assuntos mais importantes para quem quer aplicar metáforas ricas, inquestionáveis, funcionais numa narrativa. Então, se inscreva aqui no canal para não perder esses outros dois vídeos. E se você gostou do que aprendeu aqui, poxa vida, tá hora de você deixar só um comentário aqui embaixo. Só isso, só um comentário. Pode ser? Porque por esse vídeo é isso. Eu te vejo no próximo. Até mais.