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The Prophecy of Capys Secundus (Poesia #198)

The Prophecy of Capys Secundus

(Desculpas a T. Babington Macaulay)

Nunc age, Dardaniam prolem quae deinde sequatur

Gloria. . . Expediam dictis, et te tua fata docebo.

Virgílio, Eneida, vi, 756–9.

O Prólogo

Hoje a noite é de solene banquete, enquanto junto ao santuário de Epgephia

Os sacerdotes e áugures se reúnem para o futuro adivinhar.

Hoje o rimador ocioso senta-se passivo, maravilhado e mudo,

Pois cada olhar se esforça para vislumbrar os grandiosos dias vindouros.

Em pompa medita o antigo Capys, Capys, o vidente melancólico,

Que esmaga resmas de enfado a cada ano vazio e fútil.

E enquanto a cena o desperta, ele vê um brilho maravilhoso

Que desvia sua mente do verso georgiano para o sublime sonho profético.

Diante dele escancara-se uma vista de luz cristalina e penetrante,

O esplendor vindouro do Hub Club, radiante e brilhante.

Assim, enquanto os convivas tremem ante o tédio reservado,

O pobre e velho fóssil abre os lábios e acomoda-se para aborrecer.

A Profecia

Salve! Bando de talentos inigualáveis, de renome letrado,

Cuja fama por trinta duzias de meses tem iluminado a cidade de Boston;

Salve! Filhos das Musas, resplandecentes no fulgor

Da sabedoria que o deus délio enviou de eras atrás.

Para vós não há prazeres chamativos, nem honrarias de faz de conta,

Mas todas as dádivas que o gênio exige do Destino implacável;

Que outros contem sua prata, enquanto vós brilhais imortais

Junto ao deus cujo templo magnífico adorna o Palatino.

Olho através dos séculos, e espreito com curiosa fixidão

Um novo santuário de mármore erguido no alto da Copley Square;

Lá dentro há muitos volumes repletos de arte e sagacidade,

Cada um um clássico imortal escrito por um autor de Hub.

E nas colinas de Allston, em majestade, ergue-se

Uma vasta rotunda silenciosa, obra de mãos reverentes;

Sob a cúpula de cristal, ao longo da parede curva,

Senta-se um círculo de mármore presidindo o salão;

Cada estátua ostenta uma placa onde o olhar pode rastrear

A glória que outrora pertenceu a uma raça de Hubdom.

Eis, em grandiosidade esculpida, uma orgulhosa cabeça patrícia

Que agitou o mundo com melodias em eras passadas e mortas,

Cujos metros despertaram os ecos de muitos climas distantes,

E trouxeram as fadas de volta à terra em rimas cativantes;

Cada dia, diante da estátua, jovens poetas depositam uma grinalda,

Enquanto por mil anos de marcha o bardo dorme lá embaixo.

Bem perto brilha outra, que outrora podia encantar a humanidade

Com contos cuja veracidade penetrante explorava a mente humana;

O Oriente e o Ocidente unidos cantaram seu altivo louvor,

E diariamente agora o mármore ostenta louros recém-colhidos.

Dez séculos de silêncio não diminuíram a fama

Daquele amado por todas as Nove, herdeiro da chama de Febo.

Em seguida brilha uma fisionomia romana onde a dignidade e a hilaridade

Estão misturadas na justa proporção para alegrar uma terra pensativa;

E aqueles que a contemplam bebem goles de memórias gratas,

Lembrando que a sagacidade de um Dooley ensinou a terra a rir pela primeira vez.

Sobre um pedestal de bronze, gravado com luas e estrelas,

Vede agora uma estátua imponente, coroada de nenfúfares brancos;

Um profeta das sete esferas, que os sábios modernos conhecem

Como aquele que arrancou do céu seus segredos eras atrás.

E aqui um estrado de marfim atrai o olhar errante,

Sobre o qual repousa uma forma esculpida adornada com flores da França.

Incontáveis línguas entoaram a habilidade do músico abençoado,

E muitas vezes ao entardecer coros admiradores comovem as sombras do templo.

Impressionante no crepúsculo, emerge o rosto de um erudito,

Ao mesmo tempo o rebento e o progenitor de uma estirpe ilustre;

Do Golfo Pérsico ao Puget Sound esse nome poderoso é conhecido,

Nem através de mil longos anos tornou-se ele menos famoso.

Ornada de verdejante vivacidade, e agradável à vista,

A forma céltica do rei da ficção brilha à luz do templo;

As eras cantam sua glória, os eons louvam sua arte;

Pois é sua lei informal que comove o coração palpitante.

Tornada marcante pelas sombras projetadas sob a cabeça,

Ergue-se uma estátua séria de aspecto severo e terrível;

O Congo entoa seu esplendor em canto sempiterno,

Aquele que da escravidão secular ergueu outrora a multidão sombria.

Mas o que é isso que contemplo, colocado um pouco acima do resto,

Será a Pasht egípcia transferida para as regiões do Ocidente?

Em pedra clássica suprema ergue-se, contente, calma e gorda,

A forma divinal, esbelta e bem-alimentada de um Tat egípcio!

É ele! É ele, cujo santuário de ônix um milhão de almas adornou,

Deus da mais recente mania asiática — a santa seita khatista!

Além, vislumbrei — mas que droga! Para onde foram aqueles convivas?

Só fiz oito profecias — a maioria ainda está por vir!

Malditos sejam os infelizes! Que tipo de ingratidão basilar é esta?

Eles partiram, enquanto eu ainda sigo firme em meu ímpeto profético!

Como as coisas mudaram desde os tempos romanos, quando eu conseguia manter uma multidão

De boca aberta com qualquer absurdo, desde que eu murmurasse alto.

É difícil para qualquer arúspice enfrentar estes dias modernos

Em pessoa alguma quer entediar-se por mais que eu puxe o saco e elogie!

Não desperdiçarei minha velha patacoada — deixarei de ser profeta,

Ou então ensinarei a cada alma cínica que ela ruma direta para o Tofet!