Consagrado à Memória do Finado Alfred Galpin, Júnior.
Mornos ZéFIROS de abril ventilam o Bosque em flor
Onde Dríades em coro adoram o despertar de PÃ;
Mas a bela Comitiva avança em solene dor,
Pois seu amado ídolo, DÁMON, já não está!
Quão recentemente ecoavam tais naves seculares
Com a doce Música do canto do jovem DÁMON!
As Planícies emudecem — baldios desolares —
Desde que o sagaz e ardente Mancebo partiu então.
Solitárias definham as Ninfas que o adoravam ver;
Lágrimas não mais salgadas chorou-se por FAETONTE;
Os Faunos da montanha recordam seu gracioso ser,
E admitem um Rival, morto ele no monte.
Nas sombras clássicas TIBALDO enxuga os olhos seus,
Ele que outrora a furtiva lágrima desdenharia;
Enquanto o sagrado MÓCRATES suspira emadeus,
E ambos lastimam que DÁMON ali já não havia!
Os Prados HELICÔNIOS em vão se lamentam hoje
Por Notas sem resposta e Cânticos sem par;
Enquanto os Sábios titubeiam, ante a sina que os coje
D’aquele velho dito — ‘os Bons cedo hão de espirar’!