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Especial Moby-Dick #00 – Etimologia, Citações e Por que decidi ler.

Especial Moby-Dick #00 – Etimologia, Citações e Por que decidi ler.

E aí pessoal do universo Antares, sejam bem-vindos! Dessa vez vocês não estão me vendo, provavelmente só estão me ouvindo mesmo, porque eu estava comentando com o Lucas, né, e eu achei que seria interessante fazer um formato mais acessível em termos assim de você poder consumir apenas ouvindo, né, como um podcast mesmo, sobre uma das minhas leituras mais recentes, que eventualmente iria ter um vídeo sobre no canal. Mas, como é uma obra muito grande, eu decidi fazer uma espécie de mini podcast para cada capítulo. E eu estou falando de Moby-Dick, né?

Então, essa primeira, esse primeiro episódio vai ser para apresentar o formato, para falar por que eu me interessei sobre Moby-Dick — não somente por ser um clássico, né, mas de onde veio a primeira impressão do livro em mim, sabe? —, e também para falar sobre o conteúdo que diz respeito à etimologia e *extracts*, que, para quem não sabe, eu estou lendo em inglês, então é por isso que algumas vezes eu posso comentar alguns termos em inglês, que é basicamente algumas citações sobre o conteúdo que o livro aborda, né?

Mas, antes de tudo, por que ler Moby-Dick, né? Eu gosto muito de literatura estrangeira, tanto quanto gosto de qualquer literatura de boa qualidade. Na verdade, eu não me restrinjo, não restrinjo a minha jornada literária por locais. Então, o que acontece? O Moby-Dick ele é um clássico, né, mas a minha primeira impressão dele e o que me fez me interessar desde cedo por ele foi justamente uma ocasião em que eu estava no meu ensino fundamental 2, eu tinha acabado de chegar numa nova escola, né? Então, você tem o ensino fundamental 1 e o ensino fundamental 2, geralmente eles acontecem… essas cursos ocorrem em diferentes turnos e diferentes escolas. Então a minha mãe me passou para uma outra escola e aí eu estava sendo apresentado, né, a diretoria fez um mini tour para falar onde é que era o banheiro, onde é que era a secretaria, onde é que era as oficinas e tudo mais. E aí a gente passou pela biblioteca. Eu sempre gostei de biblioteca, desse… de conhecimento, né? Essa ambiente quieto, reservado.

E aí a bibliotecária de lá apresentou os livros, né? Ela foi falando, comentando: "Ah, que a gente tem esse tipo de livro, livro YA, livro de fantasia, os clássicos brasileiros, os clássicos estrangeiros". E aí ela passou assim, pontuou: "Ah, esse daqui é o maior livro que a gente tem na biblioteca". O maior livro, no caso, era de ficção, né, porque tinham livros de não-ficção, livros didáticos que eram maiores, mas de ficção ela falou assim: "Ah, isso daqui é o maior livro que a gente tem". E aí ela me mostrou o Moby-Dick e eu fiquei tipo assim, caraca, mano, tipo assim, era gigante o livro mesmo, sabe? E eu fiquei: como é que um livro pode ser tão grande assim? Eu não tinha visto ainda, né, eu não tinha lido As Crônicas de Gelo e Fogo, não tinha lido esses outros livros de fantasia, mas assim, são os livros de fantasia, você entende, né, o porquê de serem tão grandes. Os mundos geralmente são inéditos, né, eles não são o nosso mundo real, então o autor ele precisa, como eu posso dizer, dispor de muitas e muitas palavras para apresentar o cenário. Geralmente também essas narrativas envolvem múltiplos personagens, mas o Moby-Dick não. O Moby-Dick, que eu… tudo que eu sei… pelo que eu saiba, é o nosso mundo, sabe? E ainda ser um livro gigantesco. E tudo bem que depois eu vi… eu descobri outros livros, né, que são tão grandes quanto, como O Conde de Monte Cristo, Os Miseráveis, os livros de Dostoiévski. Sempre captou essa atenção por isso, né, porque eu lembro vividamente dessa memória. E aí eu decidi finalmente ler por conta disso.

E, bom, as minhas expectativas, né, cara? Bom, aqui a gente tem a parte de etimologia, que vai falar justamente um pouco sobre a baleia enquanto espécie mesmo, né? Então, assim, o que é interessante, cara, é que antes de ler essas duas partes, né, tanto essa definição etimológica quanto as citações, eu não tinha tanta consciência do quão poderosa é a imagem de uma baleia, né, cara? Porque são criaturas fantásticas assim, né? Elas são de fato os donos dos mares, né? Os tubarões, eles são, obviamente, o predador máximo assim, mas as baleias, cara, eu não tinha tanta ideia do quão aterrorizante pode ser a imagem de uma baleia, sabe? E o quão simbólica uma baleia pode representar, porque aqui nas citações, né, diversas citações incluem… fazem da baleia como uma criatura mística mesmo, Leviatã. E eu achei isso muito interessante.

Mas eu espero que vocês gostem. Se tiver assim… o que eu vou fazer: a maior parte dos episódios vai ser de fato assim por áudio, mas se houver um episódio que seja um capítulo especificamente… porque eu vou fazer um para cada capítulo, então são, se não me engano, 135 capítulos, então até convido, se vocês nunca leram o livro e quiserem acompanhar, vocês vão acompanhar a impressão de alguém que vai ler pela primeira vez —, mas assim, se o capítulo for muito interessante ou tiver um plot twist muito doido assim, ou então tiver uma impressão muito boa, sabe? Tiver uma impressão muito marcante sobre o capítulo, eu posso fazer um vídeo de reação, tá? Mas, no geral, ela vai se manter nesse formato e eu espero que vocês gostem.

Então é isso, eu vou ficando por aqui e eu vejo vocês em breve.