As horas da noite passam despercebidas,
E nas brasas a fuligem se esvai;
Vastas sombras uma a uma passam
Em silenciosa cavalgada de demônios.
Mas ainda o volume mágico retém
O olhar extasiado em reinos à parte,
E a fulgurante magia envolve
A mente disposta e o coração ansioso.
O quarto solitário já não está mais lá—
Pois à vista surgem em pompa
Templos e cidades suspensos no ar
E glórias resplandecentes—esfera sobre esfera.