Menu fechado

My Lost Love (Poesia #59)

My Lost Love

Respeitosamente Dedicado a Maurice Winter Moe, Esq., Com os Cumprimentos do Autor.

 

I.

Quando as sombras da tarde vêm

Meus devaneios então vão além

Pela velha e querida chácara perto da cerca,

Onde em dias que não voltam mais

Vivia a donzela que adorei demais,

Vivia minha própria amada, a querida Jane, que era terna!

 

(Coro)

Ó meu orgulho mais doce e prezado,

Nunca pudeste ser meuado,

Pois os anjos te arrebataram num dia de verão;

Contudo, meu corpinho é sempre fiel,

E eu te amo, sim, sou seu dócil mel,

E por ti chorarei até murchar meu coração!

Até—murchar—coração— (pelo 1º Tenor).

 

II.

Foi uma hora crepuscular divina

Quando prometeste ser minha menina,

E sobre nossas cabeças os passarinhos cantavam sem cessar;

Mas eles nunca mais cantam agora

Como nos dias felizes de outrora,

Pois para eles os sinos de casamento jamais vão soar!

 

III.

Agora é só uma treva horrorosa

Onde florescia a florzinha formosa,

E a minha doce florzinha de todas em flor

Foi depressa demais chamada lá para o alto

Para nunca mais ser meu afago e amor,

Ainda que eu suspire por ela a cada folha que cai do galho!

 

IV.

Como a minha dor só piora e não cessa,

Em versos expresso o que me maltrata e abessa,

Com a esperança de que muitos outros leiam e vejam;

Pois estou sempre solitário e sem fim,

E quando você ler esta rima para mim,

Na minha miséria, certamente, companhia terei de alguém!

Terei—com—pa—nhi—a— (pelo 2º Baixo).