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To the Rev. James Pyke (Poesia #24)

To the Rev. James Pyke

Sobre Seus Versos Inéditos

Aceite, ilustre Pyke, o sincero louvor
De quem se senta, arrebatado, ao seu dispor.
Não despreze o aplauso de quem aprendeu com o senhor
O canto lírico, o verdadeiro ardor criador.
Bardo majestoso! Com que celestial perícia
Sua Musa instila a Natureza com malícia!
Cada sagrado pensamento, cada fase de dor ou prazer,
Fluem em versos de sua mente a florescer.
Vagos, nobres sonhos que à massa escapam por fim,
Suas linhas altivas prendem no ritmo assim.
Sublime cantor, sua mente transcendental
Paira muito acima da escória mortal.
Jamais foi justo ocultar com tanto afinco
Os vastos talentos que em sua alma finco.
Sentir seu poder é direito de todo mortal;
Não guarde esse ouro que o deus lhe deu por sinal.
Com pena generosa, resgate a arte de rimar;
Exalte o espírito e venha o coração despertar.