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To the Incomparable Clorinda (Poesia #100)

To the Incomparable Clorinda

Pedis-me versos — mas quem ousaria

Escrever, cego ao brilho que irradia

Da tua beleza? Qual verso tão fino

Que não pareça áspero, ante o veludo e o andino

Rubor da tua face? Em meu rabisco inculto,

O prêmio máximo é atrair teu vulto;

E temo bem que seja audácia em mim

Erguer-me aos deuses, para te louvar assim!

(P.S. mui confidencial:
Com isto, Clorinda, deves contentar-te:
Melhor não seria, nem com toda a arte!)