O bardo moderno contém seu furor poético,
Para ajustar seus dísticos a um quarto de página.
Quem agora se importa com sua técnica, gosto ou força,
Quando o verso é escrito e impresso pelo comprimento?
Seu sentimento alado ele precisa espremer,
E cantar sua Amarílis aos pedaços.
A arte é fácil quando o artista tenta
Não o Parcasso, mas apenas o tamanho.
Ele não gasta nenhum cuidado com polimento, espírito ou graça,
Quem faz rima para encher um pedaço vago de espaço.
Ninguém preza seu valor; suas linhas apáticas são compradas
Porque alguma história favorecida é curta demais.
Nenhum esgar de crítico desperta sua ira sincera,
Pois ninguém, de fato, lê o que ele escreve!
The Magazine Poet (Poesia #47)