Menu fechado

August (Poesia #132)

August

Vem, mês ameno, cujos plenos encantos

Sobre o prado e a mata difundem sua graça;

Cujo ardor aquece todo o vale,

E alegra a face do monte grato.

O milho ondulante lá no campo,

Deliciado, confessa teu raio genial;

Enquanto as planícies cobertas de trevo rendem, adorando,

O incenso do feno recém-cortado.

O céu veste um azul mais adorável;

O sol cavalga orgulhoso por Virgem;

A cotovia canta mais doce ao raiar do dia;

O riacho desliza com cristal mais puro.

O bosque floresce com abundância tropical,

E o Verão reina em estado régio;

Preciosa é a dádiva das horas primeiras,

Contudo agora cada uma atinge o seu cume.

Aos bardos jovens a Primavera eu dou;

Aos pastores suspirantes o Junho divino;

Mas eu viveria em meio a alegrias mais maduras,

E escolheria para meus os dias de Agosto!