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THE WITCHER: O MAL MENOR • TERCEIRO CONTO @livrariando6088

The Witcher: O Mal Menor - Resumo do Terceiro Conto

Neste terceiro conto do livro *O Último Desejo*, ambientado no templo de Melitele, o bruxo Geralt de Rivia se vê envolvido em tensões diplomáticas com cavaleiros da Ordem da Rosa Branca enquanto aguarda o desdobramento de eventos cruciais para a compreensão de sua reputação no mundo.

O conto "O Mal Menor", adaptado no primeiro episódio da série da Netflix, começa quando Geralt chega à cidade de Blaviken e mata uma kikimora para ganhar um trocado. Ao procurar o intendente da cidade, um homem chamado Caldemeyn, descobre que não há recompensa oficial, mas um dos subordinados sugere levar os restos mortais ao feiticeiro local, mestre Irion, que vive em uma torre. Inicialmente barrados, a insistência do bruxo faz com que o dono da torre o receba. O tal mestre Irion revela ser, na verdade, Stregobor, um feiticeiro escondido sob um pseudônimo por medo de uma ameaça do passado.

Stregobor tenta convencer Geralt a eliminar uma mulher conhecida como Renfri, a quem considera um monstro mutante fruto da "maldição do Sol Negro", uma suposta profecia sobre um eclipse que traria a aniquilação da raça humana por meio de mulheres marcadas por mutações violentas. O feiticeiro relata a trajetória de Renfri, enteada de um príncipe e da madrasta Aridea, que usava um espelho de vidência para prever a crueldade da garota. Após ser caçada por tentar matar a madrasta, Renfri fugiu, acumulou fortuna saqueando com gnomos, ganhou o apelido de Picanço e passou a reunir aliados para se vingar de Stregobor, tornando-se imune aos poderes do mago. Para o feiticeiro, matá-la seria escolher o "mal menor" para evitar uma tragédia, mas Geralt inicialmente recusa, afirmando que o assunto não é problema seu.

Posteriormente, o bruxo e o intendente Caldemeyn encontram os comparsas de Renfri, e a própria Picanço aparece, exibindo uma carta real que a protege e ameaçando prender o grupo caso não partam. Em uma conversa particular, Renfri manifesta sua intenção de matar Stregobor e adverte Geralt sobre as consequências. Mais tarde, ela vai até a casa onde o bruxo está hospedado para contar sua versão dos fatos: segundo ela, Stregobor e Aridea a caçaram injustamente como um animal, empurrando-a para uma vida de violência e autodefesa contra abusadores. Renfri então dá um ultimato, exigindo que Stregobor se entregue voluntariamente na torre, ou que o próprio Geralt o faça, já que o mago permitiria a entrada do bruxo. Geralt recusa a proposta, mas simpatiza com a moça por ambos compartilharem a condição de serem rejeitados e considerados monstros pela sociedade. Os dois acabam se envolvendo, e ela concorda em ir embora para evitar um banho de sangue.

No dia seguinte, enquanto a cidade se prepara para uma feira, Caldemeyn demonstra alívio por Renfri e seu grupo estarem partindo, embora mencione que um dos aliados da moça participou de um episódio brutal em Tridan, onde reféns foram usados como barganha até que um massacre fosse evitado. Ao ouvir isso, Geralt compreende o verdadeiro plano de Renfri: repetir Tridan utilizando os cidadãos de Blaviken como reféns na praça murada para atrair Stregobor. Decidido a agir, o bruxo vai ao encontro do bando e inicia um combate espetacular, demonstrando sua superioridade em velocidade e habilidade com a espada ao derrotar os criminosos um a um.

Renfri aparece e, percebendo que Geralt escolheu um lado, tenta convencê-la a recuar, mas ela afirma que não pode ir contra sua natureza. No duelo que se segue, mesmo hesitando, Geralt é ferido no peito, mas desfoca um golpe fatal em Renfri. Antes de morrer, ela pede para ser abraçada e deixa cair um punhal oculto. Stregobor surge para examinar o corpo e realizar uma autópsia, mas um desconhecido na multidão — que se revela ser o próprio Geralt — ameaça o feiticeiro, forçando-o a recuar. Revoltada com a situação, a população tenta apedrejar o bruxo, que se protege com o sinal Aard até que o intendente acalme os ânimos e ordene que Geralt deixe Blaviken para nunca mais voltar. É assim que nasce a alcunha de "O Carniceiro de Blaviken", encerrando um conto complexo sobre escolhas difíceis e morais cinzentas.