(Com humildes desculpas a Randolph St. John, Gent.)
Ante nossos olhos, seu rosto móvel
Retrata suas alegrias ou dores aflitivas;
Nós nos maravilhamos com sua graça cativante —
E desejamos que aprendesse a arte de atuar!
Seus olhos, juramos, superam as estrelas;
Sua boca é como o arco de Cupido;
Suas faces coradas de rosa nenhuma ruga mancha —
Ainda assim, por que és tão docemente estúpida?
O herói a observa com deleite,
Trabalhando para conquistar sua mão para sempre;
Temos pena dele — o infeliz tonto —
Por cair vítima do seu sorrisinho!
E, contudo, por que choramingar em rima
Porque você dissimula de forma tão grosseira?
Não podemos esperar, por uma única moeda,
Ver uma Woffington ou um Kemble!