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To the A.H.S.P.C., on Receipt of the Christmas Pippin (Poesia #146)

To the A.H.S.P.C., on Receipt of the Christmas Pippin

Como algum astrônomo, cujo olhar deslumbrado
Busca uma estrela, mas acha os raios brilhantes da lua,
O crítico censurador treme de surpresa
Enquanto o novo Pippin saúda seus olhos atônitos!
Precoce cortejo, cujo gênio infantil brilha
Em versos perfeitos e prosa addisoniana;
Cujos talentos incontáveis cintilam e reluzem
Através de parágrafos lapidados e linhas lustrosas;
Que assembleia idosa pode se comparar a vós?—
Tantos os vossos dons, e tão poucos os vossos anos!
Alto sobre o bando, o eufônico HARPER se eleva,
Abençoado com os poderes de poeta e de cínico;
Que com igual habilidade e vigor pode mostrar
As virtudes de um clube de imprensa, e a neve de novembro,
E exercer com majestade o cargo de um MOE.
Não menor em estatura, nem menor em espírito,
Vede o poderoso GALPIN sentado em seu estrado;
O mais ágil dos bardos, cuja pena veloz consegue traçar
Versos de improviso — na vanguarda da corrida!
D’ele nos voltamos para THAYER — estrela refulgente —
(Embora, *inter nos*, creio que não vamos muito longe:)
A experiência cintila através de cada verso patético —
Ó, não mofetis — algum dia sofrereis pior!
Mas vede! — acima do tema chamativo do presente
Voa uma ágil ASA [WING], com um alto sonho auspicioso;
Cantor profético! antes que vossas linhas terminem,
A Liberdade regozijada avista o Huno vencido!
Salve, FRANCISCO, tu que sabes rimar tão bem
Do outrora potente autocrata do i****:
O orgulhoso Lúcifer deve reconhecer um Rei rival,
Que mantém sua maldade, ainda que perca seu trono!
Agora vem a prosa, mas com certeza a mudança é leve
Quando contemplamos o voo etéreo de YE ED:
Com aérea graça ela navega abismos celestiais,
E encontra a riqueza que a agradável Fantasia guarda.
Mais fantasia brilha enquanto olhamos admirados
Para o conto de Papai Noel — o riacho indomado de Pieria;
Com maré tranquila o fluxo melódico corre,
E a poesia brilha através da prosa perfeita.
A página agora flameja com fogo acadêmico,
Enquanto M. PATRICIA fere a lira sonora;
Nos clássicos salões, vede um fantasma virtuoso,
Para moldar as vidas dos heróis que em breve surgirão!
Natal de novo! Desta vez a pena de um RYAN
Descreve a b. c. estação de boa vontade;
Cada leitor louva, ao ver seus olhos
Um tema nobre, e um estilo clássico, desdobrarem-se.
Tais são as partes — que linguagem podemos encontrar
Para cantar os méritos do conjunto combinado?
Superlativos em vão o crítico tenta
Em louvor de algo tão espirituoso e tão sábio.
A velhice, com amigável olhar avoengo,
Inspeciona cada prodígio em rápida marcha:
Se na mente jovem tal arte aparece,
Que alturas de glória aguardam vossos anos maduros?