Em paz sob os céus de cristal do verão,
Eis que se erguem as Torres de Templeton;
Em volta do Prado o bosque verde se estende,
Enquanto flores diversas tingem as terras sorridentes.
Contente com as belezas do domínio abençoado,
Nenhum Goldsmith lamentaria por muito tempo a Planície de Auburn;
A Graça rural que a Velha Inglaterra amava contemplar
Desabrocha aqui de novo, transplantada para o Novo Mundo!
O Milho amadurecendo ao longo dos campos sulcados
Acena em contentamento, e dança na Brisa;
O Olmo imponente e o Carvalho de fortes galhos se unem
Para cantar os louvores da estirpe da Nova Inglaterra.
Pode a antiga Ventura afastar-se de tal Cena,
Ou a torpe Decadência afligir o Coração pensativo?
Pode a Mudança murcha sobrepujar as Sombras ancestrais,
E estrangeiros viverem onde saxões obstinados morreram?
Possa o Destino errante conceder uma trégua bondosa,
E manter o Vale imaculado até o fim!
Olha para o Norte! Onde a grandiosa Altura de Monadnock
Cativa a Imaginação, e recompensa a Vista;
Tais Colinas de costelas de rocha deu-nos nossa Nova Inglaterra
Para moldar seus Filhos tão desnivelados e bravos.
Antigo Monadnock! Colina silenciosa, cingida de pinheiros,
Cuja Majestade poderia mover a Pena de um Whittier;
Cuja fronte distante excita a Pena mais humilde;
Cuja Encosta purpúrea convita o Olhar arrebatado:
Ergue-te, Grande Sentinela, ainda que Nações caiam —
Em ti a Nova Inglaterra triunfa sobre todas!