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Enredo Execução Escrita Estilo Desafio

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Avaliação enviada em 07/08/2026

É difícil começar a falar sobre o que eu achei desse conto. Vou falar primeiro dos aspectos técnicos, pois eles comprometeram minha leitura. O primeiro é simples: substituir aspas por travessão, o que eu não tenho um problema com (apesar de que, na norma culta, o travessão é melhor), porém, se você for usar aspas, não interrompa discursos diretos com travessões, porque fica redundante e eu não consigo identificar direito se o travessão era para interromper o fluxo de um discurso ou era um simples verbo dicendi.

Outra coisa que me incomodou foram os erros de português no que diz respeito a algumas palavras, mas isso foge à nossa revisão comumente, de modo que uma inteligência artificial ou uma leitura de outra pessoa experiente possa apontar.

Com relação ao plot em si, não gostei do fato de que a perda da memória da personagem com a qual o protagonista se relaciona tenha influência sobre sua cordialidade. É muito difícil de entender como uma pessoa com essa doença iria para uma balada, sozinha (eu subentendo isto do conto) e ficasse com outra pessoa.

No entanto, acho que isso reforça o aspecto do desafio, já que, no final, vemos que os dois se gostam além da “pegação” mas nenhum sabe explicar o porquê, ou seja, um típico amor que poderíamos ter. Talvez seja mais desejo do que amor, mas ainda assim, a meu ver, é um amor legítimo e genuíno.

Apesar de entender que os diálogos são passíveis de erros, eu sinto que o narrador e o personagem é muito parecido, de modo que o texto algumas vezes soa mais informal do que literário. Não é um estilo que eu gosto e não é algo que eu vejo como sendo bom, especialmente quando se trata de criar uma atmosfera romântica, mas, o desafio foi cumprido.

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